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Coletânea MPBSanto – Eduardo Mano e Alforria juntos

O blog MPBSanto lançou uma coletânea com alguns dos nomes da atual cena independente cristã, e o Coletivo Echo está lá representado pela banda Alforria e por Eduardo Mano.

São faixas que contemplam os mais variados estilos, desde o rock à MPB, passando pela música regional. É uma ótima oportunidade de conhecer novos artistas que, mesmo não tendo todo o espaço do qual são merecedores, fazem um trabalho de qualidade.

Para baixar a coletânea, que, seguindo os princípios do Coletivo Echo, é totalmente gratuita, basta clicar aqui ou, o que nós fortemente indicamos, vá até o blog MPBSanto, baixe, e deixe um comentário para nosso amigo Cleber Gossi.

Boas iniciativas como esta serão sempre indicadas por aqui, mesmo que não tragam artistas ligados ao Coletivo Echo.

Um abraço!

A Administração.

Nova Banda – EdOndo

Falar de um novo integrante do Coletivo Echo nunca é fácil. O fato de as primeiras bandas a participar do Coletivo serem amigas faz com que a linha que separa a admiração da amizade seja muito tênue. É por isso que, ao ligar algum player ao meu redor (seja o MP3, seja o celular, seja o computador), sempre fico feliz ao perceber que as bandas que estão lá são as que eu mais admiro. Não é à toa que boa parte delas faz parte do Coletivo.

E uma destas bandas que sempre admirei é a EdOndo. De todas as bandas do Coletivo Echo, eles talvez sejam o que possuem mais tempo de estrada (estão juntos desde 1999, embora com outro nome e outras músicas). Já lançaram dois CDs (quando utilizavam outros nomes) e um EP, já como EdOndo. E este EP passamos a disponibilizar aqui em nosso blog (links no final do texto).

A EdOndo é de Manaus, e é formada por Markeetoo, Micael, Torbey, Jackson e Jean. A banda tem uma pegada Rock, mas eu, sinceramente, não saberia dizer com o que eles se parecem. Eu os acho originais, e isso basta (para mim, ao menos). Cantando em português e inglês, com guitarras pesadas, baixo e bateria em perfeita sincronia e execução e o vocal mais que competente de Micael, o som da EdOndo tem tudo para transcender as fronteiras do grande estado do Amazonas, e certamente também do Brasil.

Serviço:

Twitter: @EdOndo
Facebook: EdOndoRock
Para Baixar o EP: CLIQUE AQUI

Novo single da banda Alforria

É com muito prazer que nós do Coletivo Echo anunciamos o lançamento do novo single da banda Alforria, a música Quinta Pergunta.

Gravado de forma independente pela banda, em estúdio próprio, o single traz aquilo que já conhecemos da Alforria: musicalidade extremamente competente, letras inteligentes e um entrosamento de dar inveja em muita banda “estabelecida”.

Para baixar o single, vá até o site da banda ou clique aqui para download direto.

Bom download!

Eduardo Mano

Interlúdio – EP

Eis que, quando menos se espera, o Coletivo Echo solta mais um lançamento.

Ostentando o número 003 no catálogo do Coletivo (algo que, no futuro, será histórico), a Interlúdio disponibiliza para todos nós o seu primeiro lançamento. Um EP de 5 faixas, totalmente autoral, trazendo um excelente rock pop para Jesus.

Com letras de excelente qualidade (teologicamente falando) e uma unidade musical de fazer inveja a muitas bandas por aí, a Interlúdio se destaca por ser um grupo tão competente e ao mesmo tempo tão humilde, coisa rara (infelizmente) nos dias de hoje, até mesmo no meio cristão.

Eu, particularmente gosto de todas as faixas. Mas se precisasse destacar um, destacaria Olhos Vendados. E Missão de Emergência. E Alforria. E olha que só não falei de Sobre a Eternidade e Minha Morada pois destaquei apenas uma. :)

Quem conhece Diego e trupe sabe que essas 5 faixas são apenas uma amostra do que vem por aí. Eles têm mais músicas prontas, ensaiadas e fantásticas, e não duvido que logo tenhamos um disco full vindo por aí.

E olha só: seguindo o espírito do Coletivo, e envoltos pelo espírito natalino, a banda disponibilizou o EP para download gratuito (mas eu sei que eles têm algumas cópias para venda, e acho que vale a pena mandar um email para eles e conferir isso, e como proceder para a aquisição).

Para baixar o EP, clique aqui.

Baixe, divulgue, aproveite.

Um abraço,

Eduardo Mano

@Interlúdio no @ColetivoEcho

É com muita alegria que anunciamos a entrada da banda Interlúdio no Coletivo Echo.

Agora, além de mim, da Alforria e do Gilmore Lucassen, temos também eles. E em breve (espero), anunciaremos o último integrante do Coletivo em sua primeira forma.

A Interlúdio já tem seu disco gravado e a arte está quase pronta. Ainda em dezembro, o disco estará à venda, e quem sabe, teremos algum bônus para download.

Feliz da vida,

Eduardo Mano

Agora no Twitter

Demorou, mas estamos oficialmente no Twitter.

Para nos seguir, adicione @ColetivoEcho!

Vamos que vamos!

Eduardo Mano

Eduardo Mano – Velhas Verdades

Um amontoado de colchões, boas ideias e um grupo de amigos em volta de um microfone. É com ingredientes simples que “Velhas Verdades”, primeiro voo de Eduardo Mano e Os Tapetes Voadores (EMTV), foi concebido. E é na simplicidade de violões, pianos, percussões, baixos e guitarras semiacústicas que o álbum ganha seu diferencial.

Sem muito dinheiro, em um home estúdio improvisado nos fundos de casa, Eduardo e seus manos mostram o que são capazes de fazer, marcando território no circuito independente de música cristã e desbancando o atual modelo de worship music executado – exaustivamente, opino aqui – dentro das igrejas.

A mensagem é a mesma de 2.000 anos atrás: o amor de Cristo está na beleza das pequenas coisas e o Homem, estupidamente preso ao que os olhos podem ver, por vezes não percebe o tamanho da Graça oferecida. Parece pregação. E é. Mas em um formato que você talvez nunca tenha ouvido – ou não ouve há muito tempo.

Parte desta essência, assume Mano, autor das nove faixas que integram o disco, é influência dos grandes grupos dos anos 80, como o sempre citado Vencedores Por Cristo. Usando de harmonia e poesia puras, “Velhas Verdades” reconstrói a mensagem da cruz sem exageros neopentecostais ou erros de interpretação teológica.

Tudo ali fala de Cristo, da beleza da criação, das burradas que o Homem deu e continuará dando, ao menos que entenda a complexidade do que está sendo cantado – e pregado, reforço. E para boas letras, nada melhor que o folk. Bons arranjos de violões, sempre acompanhados por um piano pontualíssimo, fantasiam a atmosfera ideal para um fim de tarde.

Talvez uma paisagem seja a melhor imagem que expresse a sensação de ouvir “Velhas Verdades”. Guitarras em eco, maduras o suficiente para falar apenas o necessário, vozes suaves, sem melismas, agressividade e melancolia em flerte com o soft rock, tudo remete ao frio do inverno, reflexivo e aconchegante como só ele é. Não por acaso, algumas faixas do álbum, como “Tu És Deus” e “Mais Chegado”, poderiam integrar “Winter”, do Jon Foreman.

A produção/mixagem também merecem elogios. Nada se sobrepõe à mensagem em nenhum instante, ao contrário, o álbum inteiro é prova de que não é preciso apelar para as fórmulas prontas do worship australiano para levar um cristão sensível às lágrimas. “Raízes”, “Como Ninguém Me Conheces” e “Sem Fé” revelam um Eduardo Mano íntimo do que canta, tocado e tocante no uso dos versos que escreveu madrugadas afora.

Um álbum que pode não agradar a quem busca muita informação, mas que satisfará a alma de quem deseja ouvir mais uma vez aquela velha verdade de que só Cristo salva.

Rafael Porto

SERVIÇO

Para baixar gratuitamente o CD ou adquirí-lo, acesse aqui.

Alforria – Lado A

Alforria é liberdade. Liberdade dos grilhões que aprisionam a música, liberdade para pensar novos caminhos para a música cristã, e sem vergonha de ser isso mesmo.

Em seu primeiro registro, no formato digital, o single Lado A traz a banda Alforria em um momento de brilhantismo: referências ao novo rock brasileiro, carregado de referências sessentistas, guitarras com timbres ora limpos, ora com ganho na medida certa, baixo e bateria pulsantes e vocal cheio de sentimento.

A produção do single é primorosa e aponta para o que podemos esperar de um lançamento completo da banda. Nas três faixas que compõe o pacote (sendo a primeira, “Viva a Liberdade”, uma introdução incidental de muito bom gosto) vemos que um dos pontos fortes da banda (além da coesão e do senso de unidade que ficam latentes com a audição das faixas) é o cuidado com as letras. “Aquele Moço” e “Ponteiros” fazem uma reflexão a respeito da pessoa de Cristo, mas de uma forma extremamente inteligente e criativa, fugindo dos lugares comuns da música gospel.

Esse primeiro lançamento da Alforria, que também é o primeiro lançamento do Coletivo Echo, mostra que os rapazes levam muito a sério o nome da banda, e usam de sua liberdade para trilhar novos caminhos sem medo. Mas ainda assim, mostram que, sendo alforriados, mantém seus coração cativos Àquele moço do qual cantam com tanta beleza.

Clique na imagem acima ou aqui para baixar.

Eduardo Mano

Manufatura de CDs

O vídeo abaixo mostra um pouco de como funciona o processo de manufatura de CDs, desde a impressão até a customização do produto. Para maiores detalhes, basta mandar um email para eduardomano@gmail.com.

Qual a idéia do Coletivo?

A idéia do Coletivo Echo é incentivar a produção musica cristã, mas de um ponto de vista não-mercadológico. Isso pode soar hipócrita, tendo em vista que a premissa de todo o esforço que uma banda coloca em produzir, gravar e lançar um álbum é, além de tocar, ter algum tipo de retorno financeiro (que, ao menos, resgate o investimento feito no disco).

Embora não haja nada de errado em ganhar dinheiro (a questão se torna complicada se é o dinheiro que te ganhou, mas enfim), creio que também não há nada de errado em você pensar em alternativas ao mercado vigente, aplicando custos corretos, tornando a produção mais pessoal, artesanal, mais “sob encomenda”. A criatividade está em fazer aquilo que não é o padrão, mas garantindo não só a qualidade, mas também o sorriso de quem adquire sua música.

É aí que entra o coletivo. Infelizmente, por questões de logística, tempo e tudo mais, o coletivo inicia como um espaço fechado. poucas tribos, poucos caciques. Poucas bandas para administrar e, assumimos, a questão de “quem são as bandas iniciantes disso tudo” se dá por amizade e afinidade. Não que isso seja fixo, uma regra que nunca terá fim, mas ela precisa começar assim (como começa todo coletivo) para, a partir daí, podermos ajudar mais gente. Se a parada tiver que dar errado, que dê errado conosco.

Toda (ou quase) toda nossa produção será artesanal, ou em mídias alternativas. Ou melhor, alternativas que estão aí desde sempre, mas que nem sempre são utilizadas. O vinil fez sua grande volta este ano… mas ainda temos pendrives, downloads, CD, DVD, fitas K7… as possibilidades são finitas, claro, mas podemos fugir do óbvio.

É isso. Uma coisa de louco.

Até,

Eduardo Mano

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